Dados da Obra

Contrato, que se fez no conselho ultramarino, em observância da real determinaçã...
N.N. (Nome Desconhecido)

Contrato, que se fez no conselho ultramarino, em observância da real determinação de sua majestade participada em avisos de vinte de abril e dezoito de Junho de mil setecentos e noventa e dois com Manoel de Souza Freire, negociante da praça de Lisboa, como procurador de Joaquim José dos Santos e Joaquim Manoel da Silva Castro, da cidade de S. Paulo, dos direitos dos animais do novo registro de S. Paulo, do distrito da Vila das Lages, por tempo de três anos: que irão de ter princípio no primeiro de janeiro de mil setecentos e noventa e três e findar no último de dezembro de mil setecentos e noventa e cinco, pelo preço de um conto seiscentos e cinquenta mil reis, pelos ditos três anos, livres para a real fazenda e às próprias de um por cento e esmolas para o hospital, que se pagam no conselho ultramarino, ficando todas as mais pertencendo à fazenda real

Escritor N.N. (Nome Desconhecido)
Classificação Outros
Datas

Ano de publicação: 1792

Outros dados
Idioma
Português
Meio de publicação
Impresso
Fonte
  • MORAES, Rubens Borba de. Bibliographia Brasiliana. Los Angeles: UCLA; Rio de Janeiro: Kosmos, 1983. 2 v.
Referência CONTRATO, QUE SE FEZ NO CONSELHO ULTRAMARINO, EM OBSERVÂNCIA DA REAL DETERMINAÇÃO DE SUA MAJESTADE PARTICIPADA EM AVISOS DE VINTE DE ABRIL E DEZOITO DE JUNHO DE MIL SETECENTOS E NOVENTA E DOIS COM MANOEL DE SOUZA FREIRE, NEGOCIANTE DA PRAÇA DE LISBOA, COMO PROCURADOR DE JOAQUIM JOSÉ DOS SANTOS E JOAQUIM MANOEL DA SILVA CASTRO, DA CIDADE DE S. PAULO, DOS DIREITOS DOS ANIMAIS DO NOVO REGISTRO DE S. PAULO, DO DISTRITO DA VILA DAS LAGES, POR TEMPO DE TRÊS ANOS: QUE IRÃO DE TER PRINCÍPIO NO PRIMEIRO DE JANEIRO DE MIL SETECENTOS E NOVENTA E TRÊS E FINDAR NO ÚLTIMO DE DEZEMBRO DE MIL SETECENTOS E NOVENTA E CINCO, PELO PREÇO DE UM CONTO SEISCENTOS E CINQUENTA MIL REIS, PELOS DITOS TRÊS ANOS, LIVRES PARA A REAL FAZENDA E ÀS PRÓPRIAS DE UM POR CENTO E ESMOLAS PARA O HOSPITAL, QUE SE PAGAM NO CONSELHO ULTRAMARINO, FICANDO TODAS AS MAIS PERTENCENDO À FAZENDA REAL. Lisboa, Portugal: Tipografia Rolandiana, 1792.
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