Dados da Obra

Nova floresta, ou silva de vários apotegmas, e ditos sentenciosos espirituais, e...
Padre Manoel Bernardes

Nova floresta, ou silva de vários apotegmas, e ditos sentenciosos espirituais, e morais; com reflexões, em que o útil da doutrina se acompanha com o vário da erudição assim divina como humana: Oferecida e dedicada à Soberana Mãe da Divina Graça Maria Santíssima Senhora Nossa pelo Padre Manoel Bernardes da Congregação do Oratório de Lisboa

Escritor Padre Manoel Bernardes (1644-1710)
Classificação Ensaio, estudo, polêmica
Anos

Ano de publicação: 1706-1728

Outros dados
Idioma
Português
Meio de publicação
Impresso
Fontes
  • BIBLIOTECA NACIONAL DE PORTUGAL. Disponível em: http://www.bn.pt.
  • Biblioteca Digital da Câmara de Deputados. Gerida pelo comitê gestor do portal da Câmara dos Deputados. Disponível em: http://bd.camara.gov.br/.
Referência BERNARDES, Padre Manoel. NOVA FLORESTA, OU SILVA DE VÁRIOS APOTEGMAS, E DITOS SENTENCIOSOS ESPIRITUAIS, E MORAIS; COM REFLEXÕES, EM QUE O ÚTIL DA DOUTRINA SE ACOMPANHA COM O VÁRIO DA ERUDIÇÃO ASSIM DIVINA COMO HUMANA: OFERECIDA E DEDICADA À SOBERANA MÃE DA DIVINA GRAÇA MARIA SANTÍSSIMA SENHORA NOSSA PELO PADRE MANOEL BERNARDES DA CONGREGAÇÃO DO ORATÓRIO DE LISBOA. Lisboa, Portugal: Oficina de Valentim da Costa Deslandes, 1706.

Dados da Wikipédia

Nova Floresta (1706) é uma obra de autoria do Padre Manuel Bernardes. Como era corrente na literatura do período Barroco, o título completo da obra é bem mais longo que o título hoje conhecido: Nova Floresta, ou silva de vários apophtegmas e ditos sentenciosos, espirituais e morais, com reflexões em que o útil da doutrina se acompanha com o vário da erudição, assim divina como humana. O que explica logo o conteúdo do livro é uma série de apólogos morais, cada um deles constituído de duas partes: na primeira, o escritor narra um "caso", uma história de fundo moral ou exemplar, e na segunda, comenta-a extraindo-lhe a mensagem edificante. Veja-se como exemplo o seguinte apólogo, "De Sócrates Filósofo" e "Encômio": O nome "Nova Floresta ou Silva" porventura quer dizer "Silva desconhecida" ou "Miscelânea de trechos literários desconhecidos", conforme o Dicionário Aurélio e o Dicionário Houaiss registram o verbete "Silva". Rafael Bluteau entende "silva" como uma poesia popular (e de fato, a obra de Manuel Bernardes possui muitos versos populares, ou ditos por alguma personalidade). Embora os três dicionários (incluindo um contemporâneo a Manuel Bernardes) não se ocupem do nome "Floresta" além de seu significado usual se entende que, como em latim "silva" quer dizer "floresta" ou "selva" é assim que Manuel Bernardes ainda entendia. Outra manutenção que Manuel Bernardes faz de uma significação latina é de "Nova". Em latim, pode significar tanto "novo", quanto "surpreendente" ou "desconhecido". É essa última significação que o autor pressupunha (ou a penúltima; ele cita apotegmas e declarações contidas em obras em várias línguas, esse trabalho de compilação pode revelar algo novo ao público, embora presente em outras obras). No volume V, título X (Das justiças), dito LXXXIV, sobre o Papa Sisto V (1585-1590) ele afirma que: "Quando este Pontificate novamente eleito saiu a público, o Povo Romano. Ora, sabemos que esse Papa e nem qualquer outro foi eleito duas vezes. O sentido aqui de "novamente" é de "há pouco eleito", sendo, por isso "desconhecido", uma "surpresa" a quem o via.

Ver na Wikipédia

Descrição

Primeiro tomo. - [16], 496 p . - Segundo tomo. - 1708. - [4], 412 p. - Pag. com erros: p. 169-170 em vez de 369-370, 272 em vez de 372 . - Terceiro tomo. - Lisboa : na Oficina Real Deslandesiana, 1711. - [4], 538, [2 br.] p . - Quarto tomo. - Lisboa Ocidental : na Oficina de José António da Silva, 1726. - [12], 550, [2 br.] p . - Quinto tomo. - Lisboa Ocidental : na Oficina de José António da Silva, 1728.

Fatos históricos associado à obra

Ano de início Ano de final Evento histórico
1500 1822 Período Colonial no Brasil
1630 1654 Brasil Colônia: período da segunda invasão holandesa em Pernambuco
1637 1644 Brasil Colônia: permanência no Brasil do Príncipe Maurício de Nassau
1649 1649 Economia: estabelecimento da Companhia Geral do Comércio do Brasil
1682 1682 Economia: Estabelecimento da Companhia de Comércio do Estado do Maranhão
1694 1694 Destruição do Quilombo dos Palmares
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