Dados da Obra

Pergaminho Sharrer

Escritor Dom Dinis (1261-1325)
Classificação Poemas
Datas

Ano de produção: XIII-XIV

Outros dados
Idioma
Português
Meio de publicação
Manuscrito
Fontes
Referência DINIS, Dom. PERGAMINHO SHARRER. [S.l.]: [s.n.], [s.d.].

Dados da Wikipédia

O Pergaminho Sharrer é um fragmento de pergaminho medieval que contém partes de sete cantigas de amor de Dom Dinis, rei de Portugal, com poesias em língua galaico-portuguesa e notação musical. O pergaminho foi descoberto em 1990 nos arquivos da Torre do Tombo de Lisboa pelo pesquisador Harvey L. Sharrer, da Universidade da Califórnia, Santa Barbara. É um pergaminho roto e muito danificado, com texto em três colunas e com notação musical, que servia de capa para um livro do Cartório Notarial de Lisboa do século XVI. Até então a única outra fonte de música profana galaico-portuguesa com notação era o Pergaminho Vindel, que traz sete canções do trovador Martim Codax, sendo que as outras fontes possuem a poesia, mas não a música. As composições estão em estado fragmentário devido à deterioração do pergaminho e não trazem autoria, mas são as mesmas encontradas em coletâneas de poesia como o Cancioneiro da Biblioteca Nacional e o Cancioneiro da Vaticana, onde são atribuídas ao rei. As canções são: Pois que vos Deus, amigo, quer guisar A tal estado me adusse, senhor O que vos nunca cuidei a dizer Que mui grão prazer que eu hei, senhor Senhor fremosa, no posso eu osmar Não sei como me salva a minha senhor Quis bem amigos, e quero e querrei

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Descrição

Segundo a Wikipédia, "O Pergaminho Sharrer é um fragmento de pergaminho medieval que contém partes de sete cantigas de amor de Dom Dinis, rei de Portugal, com poesias em língua galaico-portuguesa e notação musical.O pergaminho foi descoberto em 1990 nos arquivos da Torre do Tombo de Lisboa pelo pesquisador Harvey L. Sharrer, da Universidade da Califórnia. Até então a única outra fonte de música profana galaico-portuguesa com notação era o Pergaminho Vindel, que traz sete canções do trovador Martim Codax, sendo que as outras fontes possuem a poesia, mas não a música.As composições estão em estado fragmentário devido à deterioração do pergaminho e não trazem autoria, mas são as mesmas encontradas em coletâneas de poesia como o Cancioneiro da Biblioteca Nacional e o Cancioneiro da Vaticana, onde são atribuídas ao rei. As canções são:


Pois que vos Deus, amigo, quer guisar

A tal estado me adusse, senhor

O que vos nunca cuidei a dizer

Que mui grão prazer que eu hei, senhor

Senhor fremosa, no posso eu osmar

Não sei como me salva a minha senhor

Quis bem amigos, e quero e querrei"

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