Dados da Obra

[Academia Brasílica dos Renascidos]
Domingos do Loreto Couto et al.

[Academia Brasílica dos Renascidos]: História militar do Brasil de 1547 a 1652; Culto métrico, tributo obsequioso

Escritores Domingos do Loreto Couto (1700-1757), Frei Gaspar da Madre de Deus (1715-1800), José Mascarenhas Pacheco Pereira de Melo (XVIII-...), José Pires de Carvalho e Albuquerque (1701-1774), Padre Amaro Pereira Paiva (XVIII-XVIII), Antônio Gomes Ferreira Castelbranco (XVIII-XVIII), Antônio Gonçalves Pereira (XVIII-XVIII), Antônio José de Sousa Portugal (...-1795), Padre Antônio de Oliveira (XVIII-XVIII), Antônio de Santa Eufrásia Barbosa, Frei Jaboatão (1695-1779), Bernardino Marques de Almeida e Arnisau, Bernardo Germano de Almeida, Bernardo José Jordão, Calisto de São Caetano, Francisco Xavier de Araújo Lassos, Frei Francisco Xavier Feijó (XVIII-...), Inácio de Sá e Nazaré, João Borges de Barros (1706-XVIII), João de Couros Carneiro, João Ferreira Bittencourt e Sá, João Pedro Henriques da Silva (XVIII-1763), João de São Bento, José Álvares da Silva Lisboa (XVIII-...), José Antônio Caldas (XVIII-XVIII), Padre José António Sarre (XVIII-...), José Caetano da Silva de Loureiro (XVIII-XVIII), Frei José da Natividade e Figueiredo (XVIII-XVIII), Luís José de Chaves (XVIII-XVIII), José de Oliveira Bessa, José de Seabra e Silva (1732-1813), Frei José dos Santos (XVIII-XVIII), Frei José dos Santos (XVIII-XVIII), Frei José dos Santos Cosme e Damião (1694-1766), José Félix de Moraes (XVIII-XVIII), José Lopes Ferreira (XVIII-XVIII), Dom José Mirales (1686-1777), Padre José Pacheco Pereira de Almeida (XVIII-XVIII), José Pereira de Carvalho (XVIII-...), José Teles de Meneses (XVIII-1814), Frei Leandro do Sacramento (XVIII-XVIII), Padre Lopo Gomes de Abreu Lima (XVIII-XVIII), Luís Botelho Fróis de Figueiredo (1675-1720), Luís do Couto Félix (1642-1713), Luís Rebelo Quintela (XVIII-XVIII), Padre Manoel Álvares Pereira (XVIII-XVIII), Frei Manoel Coelho (XVIII-XVIII), Padre Manoel de Cerqueira Torres (XVIII-XVIII), Frei Manuel Pinto de Jesus Maria, Padre Manoel de Macedo; Manoel de Macedo Pereira de Vasconcellos (1726-1790), Frei Manuel do Cenáculo (1724-1814), Manoel Ferreira da Costa e Saboia (XVIII-XVIII), Padre Manuel Ferreira Neves (XVIII-XVIII), Manoel Gomes de Lima (1727-1806), Manuel de Matos Pegado Serpa (XVII-XVIII), Frei Manoel Nunes (XVIII-XVIII), Manoel Xavier Ala (XVIII-XVIII), Frei Mateus da Encarnação Pina (1687-1764), Mateus Saraiva (1687-XVIII), Miguel de Medina (XVIII-XVIII), Padre Miguel Luís Teixeira (1716-XVIII), Frei Pascoal da Ressurreição (XVIII-XVIII), Pedro Dias Paes Leme (XVIII-XIX), Pedro José da Silva Botelho (XVIII-XVIII), Pedro Leonino Mariz (XVIII-XVIII), Rodrigo da Costa de Almeida (...-1789), Rodrigo de Argolo Vargas Cirne de Meneses (1723-1795), Romão Gramacho Falcão (XVIII-XVIII), Frei Salvador Corrêa de Sá, 2º Visconde de Asseca (1701-XVIII), Sebastião Borges de Barros (XVIII-1766), Silvestre de Oliveira Serpa (XVII-XVIII), Padre Tomás da Encarnação (1723-1784), Tomás Robi de Barros Barreto do Rego (1712-XVIII), Tomé de Faria Monteiro (XVII-XVIII), Vicente da Costa Ferreira Bittencourt (XVIII-XVIII), Wenceslau Pinto de Magalhães Fontoura (XVIII-XVIII)
Classificação Discurso, sermão ou oração Poemas Ensaio, estudo, polêmica
Anos

Ano de produção: 1759

Outros dados
Idioma
Português
Meio de publicação
Manuscrito
Referência COUTO, Domingos do Loreto et al. [ACADEMIA BRASÍLICA DOS RENASCIDOS]: HISTÓRIA MILITAR DO BRASIL DE 1547 A 1652; CULTO MÉTRICO, TRIBUTO OBSEQUIOSO. [S.l.]: [s.n.], 1759.

Dados da Wikipédia

Academia Brasílica dos Renascidos foi uma entidade literária fundada na então capital do Brasil Colônia, Salvador, em 6 de junho do ano de 1759, por auspícios do conselheiro do ultramar na Bahia, José Mascarenhas Pacheco Pereira Coelho de Melo. Seu nome deriva do fato de pretender fazer ressurgir a extinta Academia Brasílica dos Esquecidos, que durou dois anos (1724-1725); esta porém não durou sequer um ano, extinguindo-se com a prisão do seu idealizador e diretor perpétuo, condenado que fora por não ter dado cumprimento às ordens secretas que trazia à colônia, para dar perseguição aos jesuítas. Dentre os seus principais nomes, segundo alguns autores, está o cronista religioso Domingos do Loreto Couto com sua obra Desagravos do Brasil e Glórias de Pernambuco, trazendo em seu conteúdo elementos nativistas. Esta obra, contudo, permaneceu inédita até ao início do século XX, sendo publicada, a primeira parte, nos Anais da Biblioteca Nacional, por iniciativa de Capistrano de Abreu. A Academia Brasileira dos Renascidos foi inaugurada em sessão festiva (que durou uma tarde e uma noite) no templo dos religiosos Carmelitas Descalços. O objetivo central da Academia era escrever a história da América Portuguesa. Entre seus sócios, contou-se ainda o nome de Frei Gaspar da Madre de Deus com o nº 40. O historiador Alberto Lamego reuniu documentos da fundação e atividades e publicou em 1923 "A Academia Brasílica dos Renascidos" - L'Edition d'Art Gaudio, Paris - Bruxelles. Dentre esses documentos, há o anúncio da descoberta de uma carta do rei Pedro II de Portugal, datada de 20 de maio de 1673 segundo Lamego, pela qual Diogo Gomes Carneiro fora nomeado cronista-mor do Brasil.

Ver na Wikipédia

Descrição

Segundo a Wikipédia, a "Academia Brasílica dos Renascidos foi uma entidade literária fundada na então capital do Brasil Colônia, Salvador, em 6 de junho do ano de 1759, por auspícios do conselheiro do ultramar na Bahia, José Mascarenhas Pacheco Pereira Coelho de Melo.Seu nome deriva do fato de pretender fazer ressurgir a extinta Academia Brasílica dos Esquecidos, que durou dois anos (1724-1725); esta porém não durou sequer um ano, extinguindo-se com a prisão do seu idealizador e diretor perpétuo, condenado que fora por não ter dado cumprimento às ordens secretas que trazia à colônia, para dar perseguição aos jesuítas. [...] O historiador Alberto Lamego reuniu documentos da fundação e atividades e publicou em 1923 "A Academia Brasílica dos Renascidos" - L'Edition d'Art Gaudio, Paris - Bruxelles."

Críticas a esta obra

Título Classificação Ano Downloads
A Academia Brasílica dos Renascidos Crítica, teoria ou história literária 1923 Não
A Academia Brasílica dos Renascidos a serviço do Marquês de Pombal: obediência e encômio Crítica, teoria ou história literária 2016 Sim
As principais associações literárias e científicas do Brasil (1724-1838) Crítica, teoria ou história literária 1917 Sim
De Esquecidos e Renascidos historiografia acadêmica luso-americana (1724-1759) Crítica, teoria ou história literária 2002 Sim
Estudos históricos Crítica, teoria ou história literária Ensaio, estudo, polêmica 1876 Sim
Guia de fontes primárias sobre Acadêmicos Esquecidos e Renascidos (1724/1759) Crítica, teoria ou história literária 2010 Sim

Fatos históricos associado à obra

Ano de início Ano de final Evento histórico
1500 1822 Período Colonial no Brasil
1630 1654 Brasil Colônia: período da segunda invasão holandesa em Pernambuco
1637 1644 Brasil Colônia: permanência no Brasil do Príncipe Maurício de Nassau
1649 1649 Economia: estabelecimento da Companhia Geral do Comércio do Brasil
1682 1682 Economia: Estabelecimento da Companhia de Comércio do Estado do Maranhão
1694 1694 Destruição do Quilombo dos Palmares
1720 1720 Cultura: criação, por D. João V, da Academia Portuguesa de História
1763 1763 Brasil Colônia: com o desenvolvimento econômico do Brasil, Portugal eleva a colônia a Vice-Reinado
1782 1782 Brasil Colônia: Tomás Antônio Gonzaga chega a Vila Rica
1783 1783 Brasil Colônia: Luis da Cunha Meneses toma posse da Capitania de Minas Gerais
1785 1785 Brasil Colônia: a Coroa Portuguesa aumenta os impostos sobre o ouro nas Minas Gerais
1788 1788 Brasil Colônia: Luís da Cunha Meneses deixa o Governo de Minas Gerais
1789 1799 Revolução Francesa
1789 1789 Política: Ocorrem as primeiras eleições presidenciais nos Estados Unidos
1792 1792 Inconfidência Mineira: enforcamento de Tiradentes, em 21 de abril
1794 1794 A Convenção Francesa aprova a abolição da escravidão em suas colônias
1807 1807 Pressão francesa para ruptura da aliança entre Portugal e Inglaterra
1807 1807 Invasão de Portugal por tropas de Napoleão
1808 1808 Cultura: instalação da Biblioteca Real no Hospital da Ordem Terceira do Carmo, Rio de Janeiro
1808 1808 Fundação do Arquivo Nacional
1808 1808 Economia: permissão da instalação de fábricas e manufaturas no Brasil (1 de abril)
1808 1808 Criação da Imprensa Régia no Brasil
1808 1808 Economia: abertura dos portos brasileiros ao comércio livre
1808 1808 Brasil Colônia: chegada da família real portuguesa ao Brasil
1810 1810 Cultura: decreto de regulamentação do teatro no Brasil
1811 1811 Cultura: inauguração da Biblioteca Real no Rio de Janeiro
1814 1814 Proibição da posse e leitura das Fábulas de Jean de La Fontaine, traduzidas por Francisco Manuel do Nascimento
Comentários
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