Dados da Obra
Sermão de S. Félix de Cantalício: Pregou-o no Hospício de Nossa Senhora da Piedade dos Capuchinhos da Cidade da Bahia, o Reverendo Padre Fr. Manoel da Madre de Deus, Doutor, e Mestre jubilado na Sagrada Teologia, ex Provincial do Carmo da Bahia, e Pernambuco, em 24 de maio de 1716. Sendo Juiz da Festa, o Ilustríssimo e Reverendíssimo senhor Dom Sebastião Monteiro da Vide, Arcebispo Metropolitano da mesma Cidade, etc.
Escritor
Frei Manoel da Madre de Deus (1663-1738)
Classificação
Discurso, sermão ou oração
Datas
Ano de publicação: ?-1717
Outros dados
Idioma
Português
Meio de publicação
Impresso
Fontes
- BLAKE, Augusto Victorino Alves Sacramento. Diccionario Bibliographico Brazileiro. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1893. 7 v.
- COUTINHO, Afrânio; SOUSA, José Galante de. Enciclopédia de literatura brasileira. Rio de Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional; Academia Brasileira de Letras, 2001. 2 v. ISBN 8526007238
- MORAES, Rubens Borba de. Bibliographia Brasiliana. Los Angeles: UCLA; Rio de Janeiro: Kosmos, 1983. 2 v.
- BIBLIOTECA NACIONAL DE PORTUGAL. Disponível em: http://www.bn.pt.
Referência
DEUS, Frei Manoel da Madre de. SERMÃO DE S. FÉLIX DE CANTALÍCIO: PREGOU-O NO HOSPÍCIO DE NOSSA SENHORA DA PIEDADE DOS CAPUCHINHOS DA CIDADE DA BAHIA, O REVERENDO PADRE FR. MANOEL DA MADRE DE DEUS, DOUTOR, E MESTRE JUBILADO NA SAGRADA TEOLOGIA, EX PROVINCIAL DO CARMO DA BAHIA, E PERNAMBUCO, EM 24 DE MAIO DE 1716. SENDO JUIZ DA FESTA, O ILUSTRÍSSIMO E REVERENDÍSSIMO SENHOR DOM SEBASTIÃO MONTEIRO DA VIDE, ARCEBISPO METROPOLITANO DA MESMA CIDADE, ETC.. Lisboa, Portugal: Oficina de Miguel Manescal da Costa, impressor do Santo Ofício e da Sereníssima Casa de Bragança, 0.
Arquivos do Documento
11.8 MB
Fatos históricos associado à obra
| Ano de início | Ano de final | Evento histórico |
|---|---|---|
| 1500 | 1822 | Período Colonial no Brasil |
| 1682 | 1682 | Economia: Estabelecimento da Companhia de Comércio do Estado do Maranhão |
| 1694 | 1694 | Destruição do Quilombo dos Palmares |
| 1720 | 1720 | Cultura: criação, por D. João V, da Academia Portuguesa de História |
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