Dados da Obra
Juramento Profético, ou Concórdia do misterioso Juramento do Augustíssimo Monarc...
Anselmo Castelo Branco
Juramento Profético, ou Concórdia do misterioso Juramento do Augustíssimo Monarca Lusitano D. Afonso I com os vaticínios dos Profetas Canônicos. Pedra firme Em que se estabelece o Real edifício Da História Prodigiosa, Passada, Presente, e Futura: Consagrado ao Augustíssimo Rei dos Reis, e senhor de todos os Príncipes Dominantes, Jesus Cristo Crucificado, Nosso Senhor. E oferecido pela mão Régia do Príncipe Encoberto, César Augusto do Lusitano Império que compôs Rustico Agricola
Títulos Alternativos
Índice dos Livros, capítulos, discursos, e parágrafos, que contem esta obra, intitulada História Prodigiosa
Escritor
Anselmo Castelo Branco (1690-1746)
Classificação
Ensaio, estudo, polêmica
Anos
Ano de produção: XVII
Outros dados
Idioma
Português
Meio de publicação
Manuscrito
Fonte
- BIBLIOTECA NACIONAL DE PORTUGAL. Disponível em: http://www.bn.pt.
Referência
BRANCO, Anselmo Castelo. JURAMENTO PROFÉTICO, OU CONCÓRDIA DO MISTERIOSO JURAMENTO DO AUGUSTÍSSIMO MONARCA LUSITANO D. AFONSO I COM OS VATICÍNIOS DOS PROFETAS CANÔNICOS. PEDRA FIRME EM QUE SE ESTABELECE O REAL EDIFÍCIO DA HISTÓRIA PRODIGIOSA, PASSADA, PRESENTE, E FUTURA: CONSAGRADO AO AUGUSTÍSSIMO REI DOS REIS, E SENHOR DE TODOS OS PRÍNCIPES DOMINANTES, JESUS CRISTO CRUCIFICADO, NOSSO SENHOR. E OFERECIDO PELA MÃO RÉGIA DO PRÍNCIPE ENCOBERTO, CÉSAR AUGUSTO DO LUSITANO IMPÉRIO QUE COMPÔS RUSTICO AGRICOLA. [S.l.]: [s.n.], 0.
Descrição
A BN de Portugal informa: "No final do prólogo pode ler-se : 'troquei na composição desta obra o nome de Anselmo Caetano pelo de Rustico Agricola' pelo que José António Moniz considerou a possibilidade de se tratar de uma obra de Anselmo Caetano Munhoz de Abreu Gusmão e Castelo Branco".
Fatos históricos associado à obra
| Ano de início | Ano de final | Evento histórico |
|---|---|---|
| 1500 | 1822 | Período Colonial no Brasil |
| 1694 | 1694 | Destruição do Quilombo dos Palmares |
| 1720 | 1720 | Cultura: criação, por D. João V, da Academia Portuguesa de História |
Comentários
Sem comentários ainda. Para comentar, faça o login no site